Preguiça versus responsabilidade
De um lado temos o dever moral, a qualidade do responsável, o dever de dar conta daquilo que se faz ou manda fazer, o compromisso onipresente: A RESPONSABILIDADE.
De outro lado temos a temível, contagiosa, pouca disposta, a molenga, a demora, a lentidão e a morosidade: A PREGUIÇA.
Em determinado horário do seu dia, todos os dias, elas entrarão em conflito. Entre um assalto e outro elas ganharão e/ou perderão, entre socos e pontapés e golpes do cotidiano você perceberá essa batalha incessante onde sempre apenas uma sobreviverá.
Em cada escolha, em cada decisão do seu dia elas estarão lá, travando uma incansável batalha. E em todos os momentos você decidirá quem será a vencedora. Você é o técnico de ambas e você tem o dom de fazê-las vencer. A decisão é sua.
Aquela que você investir a sua energia, será a vencedora. Aquela que você alimentar e incentivar e colaborar será a vencedora. Mas lembre-se: a perseverança assola essas duas e elas não descansarão jamais.
A preguiça vence quando você não tem mais motivação para a responsabilidade.
A responsabilidade vence quando você desmotiva a preguiça.
Devemos escolher com cuidado quando uma ou outra deve ganhar. Ao tomar uma decisão, pergunte-se antes se foi a preguiça ou a responsabilidade que venceu a luta.
É isso aí,
Gianco
2008-05-28
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28 de maio de 2008
Preguiça versus responsabilidade
6 de maio de 2008
Medo gera medo
O medo gera mais medo, tornando nossos pequenos temores em razões para não agir, para não viver ou para seguir o que outras pessoas querem, geralmente fazendo o que é mais confortável para todos - nem sempre para nós.
Por isso é tão importante vencer seus pequenos medos, no momento em que surgirem, pois são como pequenas rachaduras no pára-brisas de um carro. Deixe-o lá e ele crescerá até que você não tenha como evita-lo. Com um pequeno medo é igual, pois mesmo sendo pequeno ele passará a crescer e tomar conta da sua vida.
Naturalmente, neste caso o tamanho será irreal. Parecerá com um grande perigo, gritará como um grande perigo e fará seu coração bater mais rápido, como se um grande perigo estivesse ao seu lado. Mas será apenas uma imagem sem conteúdo, tentando assustar você. Um espantalho feito de trapos e farrapos.
Encontro muita gente inteligente com medo de espantalhos.
Homens e mulheres que mudam a direção da sua vida por medo de enfrentar uma ou duas pessoas que, apesar de significativas para sua existência, nem lembrarão de suas opiniões e decisões em alguns anos.
Conheci uma moça, há muito tempo, que tinha medo de atender ao telefone e encontrar alguém bravo, nervoso ou reclamando, do outro lado da linha. Ela trabalhava com design, e sempre dizia que os clientes e parceiros podiam estar bravos com algo. Por isso, ela preferia não atender muitos telefonemas, sempre deixando para outras pessoas apanharem a linha!
Ao não atender as chamadas, os clientes, parceiros e amigos realmente ficavam bravos, e esta inação confirmava seus medos iniciais, gerando ainda mais medo de contatos futuros.
Isso é chamado de "profecia auto-realizada". Você tem medo de que algo ocorra e se comporta supondo que o medo seja real. A crença no medo faz com que você cometa toda sorte de erros... que, por sua vez, provocam acontecimentos que acabam criando problemas e terminam confirmando seu medo inicial, por mais absurdo que seja.
Para algumas pessoas este tipo de sensação cresce eternamente. Mesmo que a razão que deu início ao medo tenha sido verdadeira, depois de algum tempo o único medo está em nossa imaginação.
Quais são os seus espantalhos? Se você pudesse escolher, de verdade, qual seria sua escolha? Se a opinião de outras pessoas não tivesse importância, o que você faria agora?
É melhor viver com suas escolhas, porque as outras pessoas sempre vão falar de você e das suas decisões, não importa quais sejam. Mas elas não terão que viver suas decisões. Isso, é você quem terá de fazer.
Somos livres para escolher, mas prisioneiros das conseqüências. Por isso, todo medo pequeno que temos tende a transformar-se em um medo maior. Medo gera medo. Lembre-se disso, ao deixar seus medos decidirem por você.
texto de Aldo Novak recebido em 04/05/2008
É isso aí,
Abraços!
Gianco
2008-05-06
Por isso é tão importante vencer seus pequenos medos, no momento em que surgirem, pois são como pequenas rachaduras no pára-brisas de um carro. Deixe-o lá e ele crescerá até que você não tenha como evita-lo. Com um pequeno medo é igual, pois mesmo sendo pequeno ele passará a crescer e tomar conta da sua vida.
Naturalmente, neste caso o tamanho será irreal. Parecerá com um grande perigo, gritará como um grande perigo e fará seu coração bater mais rápido, como se um grande perigo estivesse ao seu lado. Mas será apenas uma imagem sem conteúdo, tentando assustar você. Um espantalho feito de trapos e farrapos.
Encontro muita gente inteligente com medo de espantalhos.
Homens e mulheres que mudam a direção da sua vida por medo de enfrentar uma ou duas pessoas que, apesar de significativas para sua existência, nem lembrarão de suas opiniões e decisões em alguns anos.
Conheci uma moça, há muito tempo, que tinha medo de atender ao telefone e encontrar alguém bravo, nervoso ou reclamando, do outro lado da linha. Ela trabalhava com design, e sempre dizia que os clientes e parceiros podiam estar bravos com algo. Por isso, ela preferia não atender muitos telefonemas, sempre deixando para outras pessoas apanharem a linha!
Ao não atender as chamadas, os clientes, parceiros e amigos realmente ficavam bravos, e esta inação confirmava seus medos iniciais, gerando ainda mais medo de contatos futuros.
Isso é chamado de "profecia auto-realizada". Você tem medo de que algo ocorra e se comporta supondo que o medo seja real. A crença no medo faz com que você cometa toda sorte de erros... que, por sua vez, provocam acontecimentos que acabam criando problemas e terminam confirmando seu medo inicial, por mais absurdo que seja.
Para algumas pessoas este tipo de sensação cresce eternamente. Mesmo que a razão que deu início ao medo tenha sido verdadeira, depois de algum tempo o único medo está em nossa imaginação.
Quais são os seus espantalhos? Se você pudesse escolher, de verdade, qual seria sua escolha? Se a opinião de outras pessoas não tivesse importância, o que você faria agora?
É melhor viver com suas escolhas, porque as outras pessoas sempre vão falar de você e das suas decisões, não importa quais sejam. Mas elas não terão que viver suas decisões. Isso, é você quem terá de fazer.
Somos livres para escolher, mas prisioneiros das conseqüências. Por isso, todo medo pequeno que temos tende a transformar-se em um medo maior. Medo gera medo. Lembre-se disso, ao deixar seus medos decidirem por você.
texto de Aldo Novak recebido em 04/05/2008
É isso aí,
Abraços!
Gianco
2008-05-06
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