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25 de setembro de 2006

Falsidade, que pena!

Falsidade é uma das maiores grandezas do mundo, sabia? Ela afeta desde o mais puro ser humano até o mais ingênuo. Até as criancinhas, tão ingênuas, tão bonitinhas, tem o seu grau de falsidade. Falsidade essa aprendida apenas por observar outras pessoas falsas e a partir daí, passando a imitá-las e tornam-se uma pequenas víboras. Não que eu não goste de crianças, acho lindas! Mas até elas são vítimas da incansável falsidade.

A falsidade é como um vírus. A princípio você não percebe, mas ela está lá! Ela começa a aparecer devagar, com uma mentirinha aqui, outra ali. Até o dia em que você começar a fazer promessas para milhões de pessoas e perceberá que você é um falsário (e dos bons), porque faz com que todas as pessoas, até as mais espertinhas acreditem em você. Alguns dos nossos ilustres representantes do povo são um bom exemplo de falsidade e cinismo. Aliás, o cinismo é outra grandeza. Faz parte, é irônico, é um dos estimulantes naturais da raiva. É uma escada muito estruturada. Falsidade, cinismo, ironia, raiva, ódio, violência e por aí vai.

O que aconteceria se pelo menos por um dia as pessoas fossem obrigadas a falar a verdade, somente a verdade, nada mais que a verdade. Já temos o dia da mentira. Por que não o dia da verdade? Imaginem!! Quantos relacionamentos deixariam de existir nesse dia? Quantas pessoas acabariam amando ou odiando as outras? Quantas empresas fechariam suas portas? Até países poderiam acabar... rs!

É difícil imaginar tantas coisas como essas, mas uma coisa é bom de imaginar... Não ser falso. Peraê!! Sei que todos somos um pouco falsos, ás vezes até é preciso. Só imagina se você não fosse falso com você mesmo! Difícil? Pode ser, mas só imagine, depois de um tempo, acostume e depois faça. Talvez sua vida melhore. A minha, a partir de hoje, já está melhorando.

É isso aí,
abraços

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